Código de um jogo de aventuras em texto

Abaixo está o código de toda a base para um jogo de aventura, com explorar cenários, interagir com objetos, acionar botões. Com um pouco de estudo  e imaginação pode-se criar uma grande aventura.

Salve código abaixo em um arquivo html e abra com um navegador de internet.

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Copie no bloco de notas, salve como html, incremente salas e pluzzes
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“A LICENÇA BEER-WARE ou A LICENÇA DA CERVEJA” (Revisão 43 em Portugués Brasil): "andersondossantos@outlook.com" escreveu este arquivo. Enquanto esta nota estiver na coisa você poderá utilizá-la como quiser. Caso nos encontremos algum dia e você me reconheça e ache que esta coisa tem algum valor, você poderá me pagar uma cerveja em retribuição (ou mais de uma), Anderson “@kinrpg” Santos.
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–>
<html >
<head>
<title>O salão</title>
<meta http-equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8" />
<style>
body{
margin: 0 auto;
text-align:center;
background-color: #fec;
padding-top:1em;
}
#saida{
border: 1em solid #ccc;
border-radius: 2em;
padding: 1em;
margin:0 auto;
width: 480px;
height: 270px;
font-family:Sans-Serif;
font-size: 24px;
color:lime;
background-color: #000;
}
button{
border-radius: 5em;
margin: 1em;
padding: 1em;
width:86px;
}
</style>
<script>
var x = 0;
var y = 0;
var mapa = [
{
"descricao":"Você está na <b>Sala Principal</b>.",
"NORTE":"Não à nada aqui, apenas parede. Mas esta parede é suspeita.",
"SUL":"Não à nada aqui, apenas uma parede.",
"OESTE":"Não à nada aqui, apenas uma parede.",
"LESTE":"Você foi para a <b>Sala Segundaria</b>." 
},
{
"descricao":"<b>Sala Segundaria</b>.",
"NORTE":"Há um botão nesta parede. <br/><button onclick=\"acao(\'NORTE\');\">Apertar botão</button>",
"SUL":"Parede.",
"OESTE":"Você voltou para a <b>Sala Principal</b>.",
"LESTE":"Não à nada aqui, apenas uma parede." 
},
]
function mover(direcao){
if (x == 0 && direcao == mapa[x].LESTE){
x = 1; 
}
if (x == 1 && direcao == mapa[x].OESTE){
x = 0; 
}
document.getElementById("saida").innerHTML = "<P>" + direcao + "</P>";
};
function acao(d){
if ( x == 1 && d == "NORTE"){
mapa[0].NORTE = "Um quadro contendo a pintura de uma cesta de fruta está pendurada nesta parede.";
mapa[1].NORTE = "Há um botão nesta parede, quando pressionado nada mais acontece.";
document.getElementById("saida").innerHTML = "<P>" + "Você escuta um barulho vindo da sala principal." + "</P>";
}
};
</script>
</head>
<body>
<div id="saida">
<h2>Onde está o quadro?</h2>
<h3>Um jogo de aventura.</h3>
<p>Explore a casa para encontrar um quadro valioso.<p>
</div>
<button onclick="mover(mapa[x].descricao);">Investigar</button>
<button onclick="mover(mapa[x].NORTE);">NORTE</button>
<button onclick="mover(mapa[x].SUL)">SUL</button>
<button onclick="mover(mapa[x].OESTE)">OESTE</button>
<button onclick="mover(mapa[x].LESTE)">LESTE</button> 
</body>
</html>

O começo da jornada de Viviane

Texto introdutório a aventura de Vivi Psico em sua jornada rumo a se tornar um grande vilã.


Exausta!
Faz 15 dias que está andando nessas matas.
Por segurança se afastou da estrada principal, mantendo-se as margens, atenta aos bandidos que costumam emboscar viajantes incautos.
Os suprimentos que havia juntado para essa “viajem de auto descoberta” já haviam sido todos consumidos.
Segunda suas contas imprecisas faltava pouco para chegar a alguma cidade onde poderia se restabelecer como gente.
E comer alguma coisa quente.
Ou simplesmente comer alguma coisa.
Escuta uma série de sons, alguém está lutando bem próximo.
Com toda a furtividade que seu cansaço permite esgueira-se na direção da batalha, esperando quem sabe conseguir afanar alguma provisão.
Avista uma carruagem parada na estrada, parece que os condutores foram vitimas de uma cilada.
A roda da carruagem esta destroçada por um tronco de arvore e algumas pessoas tentam invadir a cabine trancada da carruagem pronunciando ofensas a seus ocupantes.
É agora!
Enquanto estão ocupados no ataque, aproxima-se dos corpos moribundos espalhados pelo chão.
Suponha que sejam a escolta da carruagem.
As roupas deles são melhores do que a maioria e alguns possuem bolsas ou sacolas junto a seus corpos.
Começa a vasculhar procurando qualquer coisas de valor ou que seja digerível.
Encontra algumas bolachas, um cantil, moedas um broche…
— Ei abutre, vai aprender a encontrar sua própria carniça seu monte de bosta.
Rapidamente puxa o punhal debaixo da capa e apara o golpe de facão.
Sua sorte é que apesar de ter passos leves seu oponente tem a boca muito suja. Seus palavrões a alertaram.
— Seu filho de uma cadela manca!
Rola para o lado e desvia por pouco da investida do bandido.
Tenta repetir o que vem treinando em arvores, dando duas estocadas com o punhal abaixo da costela enquanto torce a lâmina dentro do inimigo.
Uma torrente de palavrão é despejado sobre ela, o bandido solta o facão e tenta estancar o sangue com as duas mãos.
Não tem tempo de “finaliza-lo”, outro dos bandidos (3 contando com o recém furado) parte com tudo pra cima dela.
Ela rola pra o lado e rapidamente apara o golpe de espada do novo adversário.
Tudo escurece e ela deixa de sentir o chão.
O escudo do inimigo veio com toda força em seu rosto e a fez voar longe.
Começa a sentir um cheiro forte de ferrugem e um liquido quente escorrendo pelo seu rosto.
Cambaleando se posiciona de frente para o inimigo armado com a espada e o escudo.
Escuta um estrondo, algo se partindo e um grito.
— Venha cá vagabunda, parece que nosso prêmio é melhor que o esperado.
O grito de estridente de uma garota a ajuda a manter o foco.
— Lazarento, cão sarnento, seu merda, vou pregar seu corpo imundo nessa carroça para que os corvos comam — esbraveava o bandido.
Ele avança para cima dela, como um touro ensandecido.
Ela dispara na direção dele, os dois prontos a se chocar e se destruir.
No ultimo segundo se atira no chão, deslizando entre as pedras da estrada passando por baixo de suas pernas.
Sente suas costas rasgando com o movimento, mas sabe que a o couro da capa minimiza a maior parte do dano.
O bandido tenta acerta-la enfiando com toda força a espada em direção ao chão, não consegue.
Ele cai no chão ajoelhado urrando de dor.
Ao deslizar por entre suas pernas, ela fez questão de passar a lamina do punhal de fora a fora em sua virilha.
A poça de sangue aumentava cada vez mais em baixo do bandido.
Ela pega uma espada largada próxima de um dos moribundos da escolta e com toda a sua força golpeia o pescoço do recém castrado.
A espada fica presa no meio do pescoço do bandido que começa a engasgar com o próprio sangue e cai no chão tento espasmos horripilantes.
— Puta merda, que caralhos é isso — Gritou espantado o ultimo dos bandidos que descia da carruagem arrastando ao que parece uma moça com um vestido espalhafatoso — Seu filho da puta de merda!
Ele joga a moça no chão e mete um chute em suas costelas, corre e pega algo largado do lado da carruagem, ele aponta na direção dela e dispara ao que parece ser um tiro de besta.
Ouve o silvo da seta.
O tempo parece correr mais lentamente. O sol já havia se posto e o vermelho do céu agora tornava-se um forte azul escuro.
Se jogou rápida para trás do cadáver meio decapitado.
— Aaaargh!
Resmungou de dor ao sentir aponta da seta que atravessou o cadáver arranhar o seu ombro.
Ela tranca a respiração por um segundo e ouve o barulho da besta sendo recarregada.
Tateia o chão e sente algo duro.
— O escudo — sussurra para si mesma.
Arrasta-se com cautela pelo chão e puxa o escudo para si.
Equipa-se com ele e da uma grande fungada, ajusta os ouvidos e fica em pé em um único salto que faz doer suas costas e pernas.
Escuta mais um silvo e apara a seta com o escudo a tempo.
A ponta da seta atravessa o escudo quase perfurando seu braço.
Ela corre com o escudo a sua frente protegendo o rosto e tronco.
Seu braço direito, todo tensionado segura a adaga.
Mais um silvo.
Desta vez a ponta da seta atravessa a carne entre os dedos de sua mão esquerda.
Ela se joga pra cima do bandido, empurrando-o com o escudo.
Começa a picotar o rosto dele com o punhal.
O bandido começa a gritar de desespero tentando se livrar do peso de seu atacante.
No desespero aperta o gatilho e a seta atravessa sua cabeça a partir do queixo.
Respirando pesadamente ela rola para o lado, deitando ao lado do cadáver.
Olha para o céu por alguns instantes tentando se recompor.
— Minha primeira briga de verdade foi três a zero — Disse para si mesma, começando a rir.
Levanta-se.
Pega um lenço de dentro da capa e começa a limpar o rosto.
Lenço se encharca de sangue.
Sente a cabeça latejando.
Concentra-se, precisa ser rápida.
Começa a saquear os corpos.
Comida, algumas moedas, bebida, vira um cantil de água na boca.
Encontra entre os bandidos e a escolta alguns pequenos objetos de valor.
Vira-se rapidamente em direção a carruagem.
Esqueceu-se da garota que foi retirada de dentro dela.
Agradece a sua boa sorte, pois com um descuido desses poderia estar morta agora.
Cautelosamente se aproxima.
A garota está encostada na roda quebrada, parece que tinha se entregado ao destino totalmente, nem se quer aproveitara a chance para fugir.
Cospe o sangue que enche sua boca.
Retira o capuz que cobre sua cabeça.
A garota da carruagem é uma jovem elfa, ricamente vestida, e toda suja de terra.
Suas joias brilham soltam um brilho em meio a luz das estrelas.
— Obrigada senhor cavalheiro, por seu corajoso resgate — diz a elfa com a voz tremula e assutada — eu irei recompensar a sua ajuda… Se me ajudar um pouco a mais.
— Não sou um senhor nem um cavalheiro — Ela responde a elfa em um tom sarcástico.
— Quanto a recompensa, isto irá servir — Estende a mão machucada e arranca o colar de jóias do pescoço da elfa.
— Sua PORCA, atrevida, sem classe, uma dama jamais deveria se comportar de tal maneira, sua meretriz — Respondeu a elfa com o rosto todo tomado pela raiva.
— Porca eu? Não sou eu que estou toda cheia de terra se esfregando no chão! Quem você chama de meretriz, para onde foi sua elegância de agora a pouco orelhuda?
Ela saca sua lâmina e a coloca no pescoço da elfa, olha profundamente dentro de seus olhos amendoadas e a beija.
A elfa a inicio resiste com a boca fechada, lábios duros como pedra.
Em poucos instantes a boca se abre abre, e ela sente a linguá da elfa roçando contra a sua.
A dor intensa em seu corpo some por algum momento.
Ela começa a sentir o cheiro de folhes e um calor vindo do corpo da elfa.
Escuta cascos!
Alguém vem pela estrada a toda velocidade.
Ela gargalha se afasta da elfa correndo em direção a mata na beira da estrada.
Ouve som dos gritos de socorro da elfa se distanciando mais e mais.
Cada um deve se apegar a sua própria sorte.

Jam 365 indies 2017

Promovido pelo site 365 Indies, a segunda edição desta Jam teve seu tema anunciado hoje (14 de setembro de 2017) às 19:40h o seu tema:

“A morte é útil

Nos jogos a morte é sempre usada para punir o jogador por algo que ele fez de errado…. mas… e se pudéssemos subverter esse conceito? Se a morte do personagem pudesse ser de alguma forma, de fato, útil?”

A 365 Indies Jam terá 10 dias de duração, começando dia 15 de setembro (Sexta às 0h) e terminando dia 25 de setembro (Segunda ás 23:59h).

Link da página do evento: http://jams.gamejolt.io/365indiesjam2017

Com base dessas regras irei estar produzindo a partir da meia noite de hoje um jogo para participar desse evento.

 

Vamp, jogo para a #cogujam

Este jogo baseado em uma antiga novela chamada VAMP, foi criado em poucas horas para participar de um evento online (jam) organizada por membros do site Cogumelando, a #cogujam.

A arte foi criada utilizando o editor de imagens vetoriais  Inkscape e inspira-se na abertura da novela em questão.

O jogador controla um vampiro em forma de lobo e deve capturar o máximo possível de donzelas, enquanto foge de caçadores de vampiros.

Edwina um jogo em html5

O jogo Edwina foi concebido como parte de estudo e teste da ferramenta Gideros Mobile, uma engine que utiliza a linguagem lua para a criação de jogos e aplicações multimídia para diversas plataformas.

O jogador deve ajudar a bruxinha Edwina a recuperar o máximo possível de moedas que foram roubados por doces mágicos.

Os doces tentarão derrubar a bruxinha que está voando em sua vassoura para impedi-la de resgatar as moedas roubadas.

Este app eventualmente recebe atualizações gráficas e de performance, podendo ser jogado pelos sites Gamejolt e Itch.io.